quinta-feira, 18 de junho de 2009

35 melhores twittadas sobre o não-obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo

1- @jbanguela: "Como vou ser um bom jornalista sem ter um diploma?" Ué, o Lula não estudou e é Presidente! (Notícias Populares - Os Melhores do Mundo)

2- @manubarem: QUE ISSO? FUI ALI DORMIR E QDO ACORDO MINHA PROFISSÃO NÃO VALE MAIS NADA!

3- robertinham: Só um minutinho que vou pegar meu diploma e limpar a bunda...

4- @oimperador: Ah, bom dia jornalistas! Agora todo mundo é...


5- @pritescaro: Tô doando algumas coisas para a caridade. Encontrei meu diploma de jornalista e tá pilha de doação. Alguém quer?

6- @ProfMarilda De Adlai Stevenson para Gilmar Mendes (STF): "Os jornalistas não vivem de palavras, embora algumas vezes tenham de as engolir."


7- @valreissO lado bom é que agora JÁ SOU JORNALISTA, mesmo estando no primeiro semestre! Isso até que me deixa feliz!

8- @jamilebarbosaeu desenvolvia o conteudo e ela achava q estava td errado pq ñ tinha noção de texto p/ web. .. agora ela é jornalista né?? imagine a merda

9- @magacolonettiBom dia, alguém ai quer meu diploma? Tenho dois que "não valem nada". Talvez sirvam só para enfeite de parede para orgulho dos meus pais.

10- @jamilebarbosavamos jogar fora os diplomas??? fazer uma fogueira junina na frente do STF?? p/ q serve o meu? #legalizaçãodomeudiploma juro q tou P.da vida

11- @faelblueQuero ser psicólogo. Quero ser juiz. Quero ser professor. Quero ser administrador. Pelo direito a ser o que quiser sem diploma!

12- @jamilebarbosaBom dia pessoas..hj tou pirada...meu DIPLOMA não vale nada segundo as leis brasileiras #obrigatoriedadedodiploma

13- @valreissvou poder assinar como publicitária e jornalista, como sempre quis...

14- @rodrigoqt Agora que todo mundo pode ser jornalista, alguém me arruma uma vaga aí.

15- @renata_rpMeus colegas da turma estão revoltados com a derrubada do diploma de jornalista! tbm, pudera, 4 anos na facul não é tao facil assim...

16- @vacaazulJornalista, só com talento, ética e responsabilidade #pranãodizerquenãofaleidasflores

17- @zabinJornalismo requer bagagem intelectual e retidão ética! Ñ se pde restringir, pq tal se confunde c/ o exercício da liberdade d expressão!

18- @josy_caetanoO presidente do STF chegou a comparar jornalista com uma cozinheira... #ridículo

19- @victteriJornalista não precisa de diploma.Imagina o cara que se formou agora? "Perdeu" 4 anos e dinheiro pá porra. Vamos ser deputados! #vergonha

20- @fonsecaxp hit - "N fui eu q caí. Sei que vc entendeu. Sei tb q ñ vai se importar. Se meu DIPLOMA caiu, eu q aprenda a levantar." [maysa]

21- @AnnaSousa"A profissão de jornalista NÃO oferece perigo de dano à coletividade e não poderia exigir um diploma" MENDES, Gilmar.

22- @francelino"Presidente da FENAJ diz que não vai recorrer"... Ahm... na bundinha não vai nada, não, né?

23- @Rifil: É valeu a pena ter passado pela faculdade, mas se pudesse antever a derrocada do diploma de jornalista teria estudado economia ou direito.

24- @mandyantunes: Se bem que... Nem tem porquê ir pra facul mesmo... Pra ser jornalista eu não preciso mais de diploma...

25- @fellipetorres: Qualquer faculdade que tenha senso de oportunidade neste momento, vai criar um curso de pós-graduação em jornalismo. #diploma

26- @vanessinhaflima: não quer dizer que quem não tem diploma não sabe trabalhar. Mas uma votação assim mostra o valor que a educação tem (ou não)no nosso país

27- @christofoletti: #diploma: O que é que sobra depois do fim do diploma?

28- @igorfco Minha vida. Oferecimento: diploma no lixo do STF

29- @g_pinheiro: O pior desse lance de diploma é que quando eu jogar a clássica 'sou jornalista' numa carteirada, ouvirei um 'jura? eu também'

30- @celialins: Tenho certeza que a tadinha de Minha tá pensando: "Que bom que ela desistiu de Jornalismo..." #diploma

31- @Staciarini: Eu to com tanta vontade de chutar as bolas do Celso Amorim. #diploma

32- @carla_k Sei não. Levando em conta a mentalidade do empresariado do setor estou num compasso de fim de mundo por conta do não-diploma

33- @francelino: AF²P - Fim do diploma de jornalismo faz disparar o alistamento de consultores na AVON

34- @christofoletti: gripe. dores no corpo. mal estar generalizado. temperatura oscilante. ressaca pós-queda da obrigatoriedade do diploma. eta, quinta-feira!

35- @brunomais: RT "Pensar que a faculdade foi jogada fora porque caiu a necessidade do diploma é como jogar os cds dos Beatles fora porque a banda acabou."

terça-feira, 12 de maio de 2009

Webwriting

Segundo Bruno Rodrigues, Webwriting é um conjunto de técnicas que auxiliam na distribuição de conteúdo informativo em ambientes digitais. Esta “distribuição” faz–se, por exemplo, pelas diversas camadas de um site, sendo a primeira camada a primeira página e, a segunda camada, as páginas que surgem a partir dos itens do menu principal – e assim por diante. E por que “ambientes digitais”? Em webwriting, o campo de ação são intranets, CDs–ROM, wireless, e não apenas sites internet.

O objetivo do Webwriting é a de distribuir a informação na internet, deixando-a de forma mais simples para o internauta encontrar o que procura com apenas alguns cliques. Isso não inclue somente texto, mas toda a comunicação em si, como vídeos, áudio, etc.

Recursos e suas vantagens: não é atoa que estes profissionais de arquitetura da informação para web são tão requisitados. Eles primam pela usabilidade do site, deixando-o também fácil de ser encontrado em buscadores do Google e outros, deixando o site e a empresa sempre em evidência.

Promoção do Jornal Tecnologia

O Jornal Tecnologia está completando um mês de vida, e está sorteando um ipod touch 16 gigas.
Saiba mais informações clicando aqui.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A Comunicação

Comunicação é troca. Sabemos que a comunicação tem um enorme poder de:

- Criar valores

- Mudar valores

- Impulsionar empresas

- Impulsionar a própria sociedade

O objetivo da comunicação é a persuasão, e seu poder impulsiona a evolução. Esta evolução se dá pelo acúmulo de informações passado de geração pra geração. Todas as invenções são em benefício do homem. Agora o problema é como os homens a utilizam.

Os integrantes da comunicação são:

Emissor 

Canal 

Mensagem 

Receptor 

Transmissor

Codificador

Meios (áudio e audiovisuais são os eletrônicos e impressos são os visuais) e veículo
(rádio, TV, cinema, internet, etc)

Pessoal

Comercial
(venda de produto ou serviço com fins lucrativos)

Institucional
(venda da imagem da empresa – mudança de atitude)

 


 

O que atrapalha a comunicação é o Ruído de Comunicação.

Exemplo de veículos:

Diário – O Estado de São Paulo
Segmentado – Gazeta Mercantil
Impresso Semanal – Revista Época
Áudio – Mega 94
Audiovisual – TV Morena

O primeiro veículo de massa foi o Jornal e o primeiro meio de comunicação eletrônico de massa foi o rádio.

A Fonte é de onde se obtém a informação.

1º Setor: Órgãos Públicos Federal, Estadual e Municipal. Somente institucional
2º Setor: Empresas Privadas . Institucional e Comercial
3º Setor: Organização Não Governamental, Sociedade Civil organizada sem fins lucrativos. Somente Institucional


 

Tipos de Comunicação: Oral, não-oral

Exemplos de comunicação: Gestual, auditiva, escrita ou impressa, ilustrada, falada, em grupo, consigo mesma, por símbolo, por ação, virtual (sincrônica ou não-sincrônica).

Barreiras da Comunicação:
Quando há uma falha ou uma distorção em um dos componentes da comunicação, pois se interrompe o entendimento.

O ruído causa:
- Perdas econômicas
- Trabalhos recusados
- Produtos sem uso ou retirados do mercado
- conflitos pessoais
- Conflitos profissionais
- Processos judiciais

Comunicação não é o que o emissor transmite, mas sim o que o receptor entende.

As barreiras de comunicação são:

- Barreiras Mecânicas – quando a comunicação é bloqueada por fatores físicos. Barulho em torno de uma conversa pode criar um filtro no contexto da comunicação. Um problema físico, como a surdez, pode bloquear a recepção. Guagueira, murmúrio, rouquidão, também. Sistema de transmissão de som em pane é outro exemplo. Este tipo de barreira pode acontecer em todos os integrantes da comunicação (emissor, receptor, canal e mensagem).

- Barreiras Semânticas – A comunicação pode ser filtrada pelo uso descuidado de palavras. Se as palavras não são utilizadas apropriadamente, elas não podem produzir os resultados que pretendemos. Este tipo de ruído pode acontecer somente no emissor ou receptor.

- Barreiras Psicológicas – A comunicação pode ser filtrada por atitudes, crenças ou valores. Esta é sem dúvida a causa mais comum das dificuldades na comunicação interpessoal. Este tipo de barreira acontece no emissor e receptor.


 

Vícios da Comunicação:

Alguns vícios, que talvez prejudiquem a qualidade da sua comunicação, podem ser eliminados com dicas bastante simples.

Esses "ruídos" nem sempre são percebidos conscientemente e podem começar a participar da sua comunicação sem que você se dê conta da existência deles. Vamos analisar os mais comuns e sugerir alguns procedimentos para que possa eliminá-los.


 

terça-feira, 7 de abril de 2009

Projeto de Apresentação de Comunicação e Tecnologia

O projeto fictício consiste na criação de um e-commerce, que funcionará da seguinte forma:

A loja virtual se chamará Viagem Astral (http://www.viagemastral.com.br/), vendendo produtos esotéricos, remix de sons da natureza, mapa astral, sermões para relaxamento em vídeo, etc.

O modelo do site será COSTUMERS TO COSTUMERS, ou seja, pessoas se cadastram, postam seus produtos relacionados a esoterismo e outros se cadastram para comprar. Compra e venda, direto de consumidor para consumidor, sendo mediado pelo site Viagem Astral, e o mesmo centraliza os conteúdos anexados pelos usuários.

Neste modelo de negócio, a diferenciação será o remix, pois sons remixados serão o carro-chefe da loja. O principal produto a ser vendido serão sons e ringtones de imitações da natureza, sendo que o produto mais diferenciado até o momento, pré cadastrado, é o SOM DO SILÊNCIO REMIXADO, algo inédito que já está em fase de testes por um consumidor de uma cidade do interior de São Paulo.

Este negócio será criado, observando as regras de Chris Anderson, Cauda Longa, pois segmentando nosso e-commerce, disponibilizaremos uma grande variedade de produtos, mesmo que sejam vendidos para 1 ou 2 pessoas, não importa. O importante é que o montante destas pequenas vendas, sejam maiores até do que a venda dos produtos de grande sucesso, os chamados hits.

Este projeto está sendo desenvolvido pelos empresários virtuais Mackenzie de Oliveira Sales, Edmara da Silva Chaves e Evaldinete Reis de Oliveira.

Parabéns aos jornalistas, com ou sem diploma!

Desde muito pequena quis ser jornalista, mesmo antes de não saber o que isso significava, eu já fazia um jornalzinho dos meus brinquedos, escrevia tudo o que acontecia no meu mundo de brincadeiras solitárias da infância. E agora parei um pouco para pensar e escrever sobre isso.

Hoje já atuo e atuei bastante como jornalista, com assessoria de imprensa, fazendo jornais de condomínios em São Paulo, House Organs de médias e grandes empresas, assim como tantos outros jornalistas que são excelentes no que fazem, mas não tem o curso superior de jornalismo.

Estou defendendo a não-obrigatoriedade do diploma para a profissão? Não, de forma nenhuma. Anseio por ela, pois vai ser algo mais palpável, responsável, sério... outras profissões exigem diploma, por que não jornalismo? Este assunto precisa ser tratado, a regulamentação precisa acontecer.

Ética no jornalismo? Está longe disso acontecer, afinal de contas, no mundo capitalista em que vivemos, não há muito o que se discutir sobre isso. Quem paga a conta é quem decide o que vai ou não para o conhecimento da população. Um fato interessante aconteceu esta semana, que chegou aos meus ouvidos. Uma conceituada empresa de jornalismo online daqui publicou uma matéria falando mal de um político, com provas apresentadas e fotos. A matéria ocupou lugar de destaque e teve um índice de cliques bastante grande, nos poucos minutos em que ficou no ar. E por que saiu do ar?

Por que um jornalista ou o editor-chefe desavisado autorizou a publicação de tal matéria sem o conhecimento da diretoria do jornal, e em minutos chegou os advogados de tal político na redação. O barulho foi grande.

- Vamos cortar todos os anúncios, vamos cortar toda a publicidade deste jornaleco! Vão ter que responder por isso!

A diretoria entrou em polvorosa, além de tirar do ar a matéria, ameaçar de demissão os responsáveis por tal ato, ainda deu diversas bonificações em mídia no veículo. Esta é a ética que nós temos, e não vai me dizer que com vc seria diferente, afinal de contas, você teria que pagar os jornalistas no final do mês, as despesas, teria que colocar a comida em sua mesa, pagar a prestação do carro, escola das crianças, etc, etc... São as regras de um país onde o capitalismo impera de forma absoluta.
Daqui a 4 anos serei jornalista (Estou no primeiro semestre da faculdade ainda), e muita coisa acontecerá até lá. Mas quero deixar aqui o meu abraço a todos os jornalistas, com ou sem diploma que atuam neste país imenso que é o Brasil. E torcer para que dias melhores venham a enaltecer esta profissão! E que fatos como o citado acima, sejam cada vez mais raros.

E aproveitando, alguém quer encomendar a camiseta do nosso curso? Posta seu e-mail que vamos confeccionar esta semana. Abaixo o layout. Temos a opção em preto e branco.






segunda-feira, 30 de março de 2009

Cauda Longa - Poucos mercados de milhões ou milhões de mercados de poucos?




Cauda longa é um conceito introduzido por Chris Anderson, editor-chefe da revista wired, em um artigo que virou livro. The long tail.

Tem como base a regra dos 80/20 de Pareto, que sugere que 80% das receitas das empresas provém de 20% de seus produtos.

Baseado nesta regra, e na impossibilidade de colocar todos os produtos existentes em suas prateleiras, tendo em vista o custo disso, o espaço físico, etc, as empresas optam por vender apenas os produtos mais lucrativos. Aqueles que atigem a grande massa. Isso gerou uma economia baseada em hits, ou seja, em produtos mais populares, com poucos concorrentes. Veja no gráfico acima, que a parte vermelha representa a cabeça, o número limitado de produtos x a popularidade dos mesmos, permitindo a venda de alguns itens a milhões de pessoas.


Mas a internet mudou todo este conceito. A redução de diversos custos como estocagem, distribuição, lucro de varejistas, lojas, etc, permite que os outros 80% dos produtos sejam oferecidos e disponibilizados no mercado. Afinal, que custo tem o submarino ao adicionar mais um livro em seu estoque? Zero!


Os estoques, a partir da internet, podem ser virtualmente infinitos. Podemos então consumir produtos mais específicos, de nichos de mercados que antes só acharíamos em lojas especializadas, ou nem isso. Esses produtos de nichos, quando considerados em conjuntos, passam a ter um grande potencial de lucro para as empresas, já que não precisam competir com os hits por espaço. Veja a parte laranja do gráfico. Esta cauda longa pode ser maior e bem mais rentável do que a cabeça, uma vez que ela é potencialmente infinita.


Passamos então de uma cultura de escassez para uma cultura de abundância. Podemos encontrar quase tudo através da internet, desde o mais genérico ao mais específico.


Chris Anderson deixa em seu livro 3 sugestões para explorar os nichos:

1. Ofereça o máximo possível. Disponibilize o máximo de produtos em seu negócio online. Mesmo aqueles que nunca venderem uma única unidade não acarretarão prejuízos significativos para a empresa. Desta forma, a cauda estará se esticando. Encoraje seu cliente a contribuir para aumentar o estoque.


2. Diminua o preço. Repasse ao cliente o desconto que você teve ao criar seu estoque virtual. Depois, abaixe mais o preço. A internet oferece diversas alternativas de lucro indireto (especialmente com publicidade). Você estará engordando a cauda. Agora reveja seus conceitos de custos e receitas.


3. Me ajude a achar. Ofereça mecanismos de busca eficientes para auxiliar o cliente a encontrar o que deseja. Aperfeiçoe os mecanismos para oferecer outros produtos que ele pode gostar mas ainda não conhece. Ouça e aproveite a opinião de seus consumidores para melhorar a busca. Desloque o consumo para os nichos.


O conceito é simples e fácil de ser adotado.


quinta-feira, 19 de março de 2009

Twitter, o que vem a ser?


Vou transcrever aqui uma postagem que fiz no blog do Grupo de Mídia, o qual sou responsável, logo que me cadastrei no twitter e depois vou fazer minhas observações de agora.

"Tenho ouvido falar o tempo inteiro numa ferramenta web 2.0 chamada Twitter. Fui ver o que se tratava, mas não me interessou muito. Era apenas uma comunidade que respondia a seguinte pergunta: o que você está fazendo agora?”. Sinceramente, achei nada a ver.

A página inicial era uma espécie de “stream” atualizada quase ao vivo com todas as novas mensagens, e cada usuário tinha uma página pessoal que centralizava suas mensagens particulares.

Até aí, nada importante. Mas o zum-zum-zum em torno do Twitter continuou, então resolvi experimentar. Percebi que responder a esta pergunta é somente um pretexto, pois o serviço serve para muitas outras coisas. Então, hoje vi que tenho que dar mais importância a esta ferramenta e convido vcs a fazer o mesmo.

Seria uma nova espécie de mídia? Cada pessoa descreve o Twitter de um jeito, pois é uma coisa nova que mistura vários conceitos já existentes. Talvez a melhor forma de descobrir seja experimentando você mesmo. No Intercon2007, que participei em São Paulo, foi uma febre de respostas ao vivo, durante as palestras. Era um feedback em tempo real.

Mas afinal, o que é o Twitter????O Twitter é uma mistura de mini-blog, RSS, sala de chat personalizada.Inicialmente seria um blog, até porque no início vc não terá nenhum amigo. A medida que você adiciona amigos, a sua página pessoal começa a misturar suas próprias atualizações com as pessoas que você adicionou como amigo. Daí vai mostrando as mensagens de várias pessoas. E a medida que você escreve mensagens novas, todas as pessoas que te adicionaram como amigo, por sua vez também terão sua nova mensagem nas suas páginas pessoais. Todos receberão sua mensagem.Você pode escrever qualquer coisa, desde o que você está fazendo, à um convite para um aniversário, evento, um link para uma página interessante na internet que você quer divulgar para todos. Pode ser qualquer coisa, lembrando que o limite de 140 caracteres. Cuidado pra não enviar coisas sem importância, senão vão excluir vc da lista de amigos.

Analisando, eu vejo o Twitter como uma nova espécie de mídia, que permite que tendências e novidades sejam divulgadas comunitariamente, e de certa forma viral. Ainda não sei, é cedo pra dizer se o Twitter vai ter impacto na nossa vida ou será apenas mais uma bolha, mas não deixeim de experimentar, como estou fazendo, e olha,
me adicionem se forem se inscrever!"


Bom, hoje eu utilizo twitter todos os dias... já tenho meus seguidores e os que sigo. A gente troca informações, endereços interessantes de sites, falamos um pouco de nossas vidas, nosso trabalho, enfim! E o fato de ter saído na capa da Época desta semana, é mais um motivo para mostrar que não é nenhuma bolha, veio para ficar!


http://midiams.blogspot.com/search?q=twitter, vejam também um post do Manoel Neto, do blog Tecnocracia, sobre o assunto.


domingo, 15 de março de 2009

Wikipedia, um mundo de informações

"‘Wiki’, em havaiano, quer dizer ‘rápido’. Mas nem o empresário americano Jimmy Wales e o editor Larry Sanger tinham idéia de que o sucesso viria tão rápido.

Com uma média de 2 bilhões de acessos mensais, o website tem dobrado os acessos a cada três ou quatro meses, segundo dados citados por Wales. E acumula mais de 2,1 milhões de artigos em 180 línguas, do javanês ao esperanto. Em inglês, são 750 mil. Em português, outros 77,7 mil.

A simples idéia de centralizar uma enciclopédia on-line gratuita, disponível para qualquer pessoa contribuir, editando ou criando novos verbetes, foi uma enorme inovação. Cresceu o número de verbetes, número de colaboradores, extensão de textos, variedade de assuntos. Mas, também, cresceu muito o número de erros.

Alguns tradicionalistas, equiparam o Wikipedia com um "banheiro público, ninguém sabe quem foi o último a usar", escreveu um editor da Britannica. Mas a geração do "copia-e-cola" ou "control+c, Control+v" ficou fascinado. Mas ambos têm razão, com acesso por todos, acaba sofrendo vandalismos e erros.

Dias atrás, o próprio verbete ‘wikipedia’, na versão em inglês, trazia no rodapé um vigoroso ‘Wikipedia sucks’ (algo como ‘a Wikipedia é uma droga’) em letras garrafais. Os mantenedores, então, contam com o princípio da evolução do darwinismo. Com a edição é aberta e contínua, erros graves não persistirão no ar, e apenas os melhores verbetes prevalecerão.

Para fazer esta tese funcionar, criaram uma comunidade, na qual os usuários podem se cadastrar e, se desejarem, criar uma ‘lista de tópicos de atenção’ com assuntos sobre os quais tenham domínio. Assim, se você tem uma lista de atenção sobre ‘religião’ , toda vez que uma mudança for feita em um verbete sobre uma tradição islâmica ou a biografia de um santo católico, por exemplo, ou que um novo artigo for criado, você será alertado e convidado a revisá-lo.

A credibilidade é a grande questão do Wikipedia. Como é aberto a todos, a postagem das informações, muitos não vêem credibilidade suficiente para conferir-lhe a condição de fonte de referência. O problema ganha força em grupos como professores e bibliotecários, que, na falta de uma autoridade ou de alguma tradição por trás do projeto, recusam-se a usá-lo como fonte.

O problema não é que a Wikipedia não seja confiável. Independentemente de ser mais ou menos confiável do que uma enciclopédia tradicional, ela não é vista como confiável o suficiente por muitos acadêmicos’, escreveu Sanger em artigo. ‘A razão para isso é óbvia: eles sabem que qualquer um pode editar, e não há um processo formal de revisão, mesmo que o processo em vigor acabe funcionando e muita gente use o site’, acrescentou. ‘O problema é que a Wikipedia não tem como tradição o respeito pelo conhecimento de especialista.’

A missão do wikipedia também é um ponto longe de ser cumprido. A Wikipedia tem como missão, segundo Wales, ser um ‘esforço para criar e distribuir uma enciclopédia gratuita da melhor qualidade possível a cada pessoa no planeta, em sua própria língua’. Problema: apenas 15% da população do planeta, segundo as estatísticas mais difundidas, tem acesso à rede."

Adsense, como lucrar?

Estava buscando informações sobre o Adsense - formato de propaganda em blogs e sites, disponibilizado pelo Google, que exibe anúncios relacionados com o conteúdo do seu site, e você ganha dinheiro sempre que os visitantes clicam nesses anúncios - para incluir no meu blog.

Me lembrei do Ney, um moço que deu um palestra no Intercon, evento de tecnologia do Imasters, que participei em São Paulo. Ele largou o emprego para viver do seu blog, e dá diversas dicas de como ganhar dinheiro com o Adsense.

Bom, ele não é muito otimista, veja o que ele diz:

Lição número 1: Se você quer alguma dica para ganhar dinheiro muito rápido, eu espero que você encontre e seja meu amigo, pra vir me contar quando descobrir, porque eu demorei 5 anos para ganhar os primeiros R$ 100,00.

Lição número 2: Se você tem mais anúncios que visitantes ou conteúdo dificilmente você vai ganhar algo com seu blog. Se na lição anterior você não entendeu o que eu fiz nos 5 anos desde que comecei o site, espero que agora tenha ficado claro.

Lição número 3: Estude muito, se você acha que vai encontrar alguma receita pronta para resolver os mistérios da construção de um site eu sinto desapontá-lo, eu comprei livros sobre design, comprei dicionários e gramáticas, passei anos estudando HTML, CSS, Javascript, MySQL, PHP e ainda tenho muito a aprender, pois a internet é um terreno em constante transformação. Na verdade alguém que faça tudo sozinho no seu site é uma coisa possível apenas nesses tempos da pré-história da internet onde o amadorismo é tolerável, em breve terei de terceirizar algumas coisas se quiser sobreviver.

Bom, até aí tudo bem, o fato é que eu tenho alguns blogs, mas as visitas são muito pequenas, portanto acredito que o principal, além de assunto relevante, claro, é a divulgação do mesmo. Todo e qualquer site ou blog precisa ser divulgado para ser acessado... De qualquer forma, ainda não consegui um assunto que seja relevante e de interesse, para colocar o Adsense em minha página. Vou pensar em algo, está na minha lista de 101 coisas!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Personalização na Internet, um conceito rentável

O que é a personalização na internet? Você já deve ter feito compra na internet, ou pesquisado produtos, e na hora de finalizar a compra de uma câmera digital, aparece a seguinte mensagem: "Leve também um chip de memória de 2g por R$ 100,00", ou a mensagem "quem comprou este produto também comprou um chip de memória desta marca"...

Isso é personalização, e este método permite recomendar aos clientes produtos que estão de acordo com seu perfil, baseado em seus hábitos de compra ou navegação, aumentando as chances de compra deste consumidor.

Para recomendar produtos de forma personalizada, a maneira mais tradicional é pedir aos usuários que avaliem os produtos que consomem com uma nota (geralmente de 1 a 5 ou representado por estrelas). Essas notas, chamadas "ratings" são utilizadas para identificar usuários semelhantes, sendo possível identificar como esses usuários semelhantes se comportam, e a partir deste modelo de comportamento, fica fácil gerar ofertas personalizadas a cada um deles.


Personalização é isso, oferecer ao cliente produtos que estão de acordo com seu perfil e seus hábitos de consumo...
Para mais informações sobre este assunto, recomendo a leitura do livro "personalização na internet", de Roberto Torres. O livro dá explicações de como tornar um site ou e-commerce mais personalizado, gerando lucros de forma mais rápida e seguindo a tendência atual, que é cada vez mais interagir com o usuário ou cliente.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Até encontrar o caminho, percorri longas distâncias

Sempre pensei que a felicidade da minha família dependesse muito do meu desejo exacerbado de crescer em minha profissão. Por esta razão, não medi esforços nos trabalhos aos quais consegui, enfrentando urdiduras de pessoas sem caráter, buscando em mim mesma motivação para continuar, com acertos e desacertos, e uma vontade ilimitada que ia além da lógica.

Numa tarde, porém, percebi que estava muito infeliz. Havia enveredado por um caminho que não era o meu, que não me dizia respeito, que não me realizava. Então, procurei no meu íntimo o que mais me fazia sentir viva, e eis que descobri a comunicação. Me tornei mídia, designer, webdesigner, sei redigir, já atuei em atendimento e produção gráfica. Agora estou partindo para o jornalismo, quero me especializar em textos on line.

Hoje sinto prazer em trabalhar. Não é tão difícil progredir, pois faço isso como se fosse lazer. Amo comunicação, respiro comunicação, sou comunicação!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O surgimento da Internet, razão de ser do meu trabalho

Eu assisti um vídeo do Stevie Jobs, de um discurso que ele fez para alguns formandos de uma faculdade, em que ele dizia o seguinte: "É possível ligar os pontos analisando o passado, nunca o futuro". E hoje estava pensando sobre o início da Internet e fiquei ligando os pontos...

Fiquei rememorando toda aquela história de quatro universidades americanas que formaram a Arpanet, uma rede de laboratórios que fazia pesquisa para a Administração de Projetos de Pesquisa Avançados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Mais tarde, a Arpanet se transformou na Internet. Quem iria imaginar, no início?
O pesquisador Bob Taylor, em 1966, conseguiu um milhão de dólares e convenceu Larry Roberts a se juntar a ele, para tocar o projeto de interligação dos laboratórios universitários que colaboram com a agência de Projetos Avançados de Pesquisa (ARPA), com o objetivo de economizar dinheiro ao compartilhar os recursos de computação espalhados pelo país. Talvez ele pensou que estava apenas fazendo algo inovador, mas acredito que nunca, em nenhum momento, sabia que seria o ícone de todo esta avanço de comunicação que hoje vivemos.

Um avanço que seguiu a seguinte linha do tempo:


- 1966 - Bob Taylor, um pesquisador da Agência de Projetos Avançados de Pesquisa (Arpa) chamado Bob Taylor consegue US$ 1 milhão para tocar um projeto de interligação dos laboratórios universitários que colaboram com a agência.


- 1967 - Taylor convence Larry Roberts (considerado a única pessoa nos EUA capaz de montar uma rede do gênero) a trabalhar no projeto. Roberts faz o desenho da configuração original, interligando quatro centro de computadores.


- 1968 - Com o projeto aprovado, a Arpa abre licitação. Muitas empresas se candidataram. A IBM não participou, alegando que uma rede do gênero jamais poderia ser construída. A Bolt, Beranek and Newman (BBN) ganha a concorrência.


- 1969 - a BBN envia o primeiro equipamento da rede para a Universidade da Califórnia em Los Angeles. A UCLA se tornaria o primeiro nó (ponto de conexão) da rede que viria a se chamar Arpanet e mais tarde internet.


- 1971 - A Arpanet chega a 15 nós com a inclusão de computadores da BBN, MIT, RAND Corporation, Universidade de Harvard, Universidade de Stanford, Universidade de Illinois em Urbana, Universidade Carnegie Mellon (CMU) e do centro de pesquisas Ames da Agência Nacional de Administração Espacial (NASA), entre outros.


- 1973 - São montadas as primeiras conexões internacionais.


- 1974 - A BBN inaugura o Telenet, o primeiro serviço comercial conectado à Arpanet.


- 1979 - Criação da Usenet, a rede de grupos de discussão, com os grupos da hierarquia net. Na Universidade de Essex Richard Bartle e Roy Trubshaw lançam o primeiro MUD, uma mistura de canal de conversa em tempo real com RPG (Role Playing Game).

- 1981 - Uma rede cooperativa, chamada de Bitnet (Because It's Time NETwork), inicia na City University, de Nova York, oferecendo correio eletrônico, servidores de lista e transferência de arquivos. A Bitnet se torna uma alternativa à Internet.

E assim a coisa foi crescendo, aumentando... Em 1982 o nome internet começou a ser usado para designar as redes que utilizam o conjunto de protocolos TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol), escritos por Vint Cerf e Bob Kahn, dois dos cientistas que participaram da montagem dos primeiros nós da Arpanet, em 1969.


Em 1990 a Arpanet deixou de existir, e neste mesmo ano, o Brasil se conectou à grande rede. E depois disso, em pouco tempo os usuários cresceram de forma inimaginável, e isso mudou o mundo, a vida de todas as pessoas que trabalham ou não com internet.


E o que é interessante, não faz tanto tempo assim. Outro dia mesmo estava lendo sobre Berners-Lee (foto à esquerda), inventor da World Wide Web (WWW), e é considerado por alguns o pai da internet. Ele foi requisitado para desenvolver o site da Rainha Elizabeth, na Inglaterra. É considerado por alguns como o pai da internet. Para reformular este site, ele se reuniu pelo menos duas vezes com a rainha, que lhe condecorou em 2004 com o título de "Sir", Cavaleiro da Ordem do Império Britânico.

E, para finalizar, hoje podemos ligar estes pontos... do início até os dias de hoje. E ver que estamos na ponta do iceberg, tem muito mais a crescer, a expandir, novas profissões, novas possibilidades. E principalmente este intercâmbio de informações que é algo que me deixa muito deslumbrada. Hoje todos nós podemos ser estrelas, ter nosso próprio jornal, nosso próprio canal de televisão e acontecer no mundo digital! Isso é algo muito interessante, que eu tenho certeza, estas figuras tarimbadas que começaram tudo isso, sequer imaginavam!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A tecnologia e não-tecnologia em minha vida

Estou há dois anos trabalhando no marketing de uma empresa que desenvolve softwares, por isso não é tão difícil falar de tecnologia, já que ela faz parte do meu dia-a-dia. Mas não é só no trabalho, é na vida, como um todo, que ela ocupa um espaço cada vez maior.
Morei até os 14 anos em fazenda, e quando conto aos meus filhos sobre como era, eles me olham como se eu estivesse falando de algo que não é real, de algo que eles não conseguem imaginar que existe ou existiu... Não havia praticamente nada da vida moderna. Morávamos em uma casa de sapé, no meio do nada, sem vizinhos próximos, sem luz elétrica ou água encanada. Os alimentos eram preparados no fogão à lenha, a roupa era passada com ferro esquentado por brasas e a louça era lavada em bacia com água, que buscávamos com baldes, em poço ou no riacho. O banheiro, bem... sem comentários, era uma casinha bem longe da casa principal, com um buraco horrível... repugnante! Mas era a minha realidade e ainda hoje é a realidade de algumas pessoas. O nosso meio de transporte era uma carroça, puxada por uma mula branca, que quando cismava de empacar, não adiantava a surra que o meu irmão mais velho lhe dava, não saía do lugar de jeito nenhum.
Por que estou contando tudo isso? Por que tenho uma noção clara de como a tecnologia interfere na vida das pessoas. Mudou radicalmente minha vida. Não me deixou mais inteligente, mas com uma cultura mais ampla. Por outro lado, não me fez ter mais tempo, a impressão que eu tenho, é que as 24 horas de hoje são muito, mas muito mais velozes do que as 24 horas que eu passei na adolescência, em que lia livros inteiros, tirava leite, brincava e escrevia jornaizinhos mesmo antes de saber que aquilo que fazia se chamava jornal.
Que ela facilita a minha vida? Não tenho dúvida, e fico imaginando que não viveria sem vários itens tecnológicos. Mas é uma impressão errada, porque já vivi o outro lado da moeda, e sei que ela torna minha vida mais simples, certamente, mas eu fui muito feliz na infância mesmo sem usufruir diretamente dela.